VidaPensamentos • 02/11/2017

#sobrevida – E qual a minha tribo?

Outro dia me perguntaram qual era a minha vibe: se eu era hippie, natureba, rockeira, vegana, direitos humanos, nerd, de direita ou anarquista.
Eu não soube responder a pergunta, e confesso que fiquei levemente perdida com tantas definições.


Comecei a pensar nessa coisa de classificar pessoas. A gente sempre está tentando enquadrar alguém em algum pré-conceito estabelecido da sociedade. Aquela pessoa é hipster, fulano do RH é marombeiro, o primo é petralha. Parece que a palavra ou conceito carrega com ela toda uma bagagem de morais éticas, escolhas pessoais e opiniões que aquela pessoa necessariamente vai ter. Afinal todo marombeiro gosta de crossfit. Todo hipster escuta uma banda desconhecida. Todo vegano é extremista e não vai comparecer ao almoço de família se tiver peixada. O nerd sempre vai ser virgem.


Aí tentei me enquadrar em algum dos grupos já pré-definidos e simplesmente não consegui. Não sou rockeira, não sou vegana, nem hippie. Aliás detesto natucachu. Não sou de direita nem anarquista, muito menos de esquerda. Eu definitivamente não sou marombeira, e meu gosto musical inclui Lady Gaga, que é bem conhecida, juntamente com Queen e The Zutons. Gosto de bastante coisa nerd, mas nunca vi Star Wars, nem tenho vontade.

Então desde quando virou aceitável limitar pessoas a uma única definição?

O hipster não pode ouvir Rihanna? E o rockeiro não pode achar maneiro Pabllo Vittar? O marombeiro que comer uma pizza no almoço durante a semana é menos marombeiro?
Acho uma bobagem. Não sei como podemos nos limitar, ou limitar o outro, a uma caixinha de determinações de como alguém deve ser, com base em uma palavra.

Vamos nos libertar das palavras, dos conceitos sociais. Vamos ser tudo o que quisermos ser, o mundo tá aí pra isso, uma vida inteira pra testar ser o que você quiser ser. Eu lá vou gastar presa a um conceito único pra sempre? Sai dessa!

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ViagensBrasil • 28/10/2017

#viajando – Búzios (RJ) – Escolha aqui qual praia ir em Búzios

Dizer que foi pra Búzios pra não ver praia devia ser um crime. Olha que eu nem sou tão fã de praia. O calor não é meu amigo, eu tenho medo de mergulhar no mar desde que levei um caldo quando era pequena, tenho pavor de alga enroscando no pé, e tenho sérias dúvidas sobre a efetividade de banhos para remoção de areia do corpo.
Mas é que Búzios tem praia pra, literalmente, qualquer gosto. Name it.

Você gosta de praia com onda e mar agitado? Geribá.
Você gosta de água parada, quase piscina? Praia do Canto.
Você gosta de praia deserta, só você e a areia? Praia da Ferradurinha.
Você gosta de um belo visual numa praia afastada? Praia da Foca.
Você gosta de ficar na praia pra ver aquele pôr do sol inacreditável? Praia da Tartaruga.
Você gosta de praia perto do agito, do centro da cidade? Praia da Armação.
Você gosta de praia com quiosques pra passar o dia todo sem grilo e deixar as crianças nadarem? Praia da Ferradura.
Você gosta de passeios de barco para conhecer ilhas com outras praias mais intocadas? Ilha Feia, Ilha Rasa e Ilha da Âncora (onde você ainda mergulha se curtir isso também).
Você gosta de nudismo? Praia do Boi.
Você não gosta de praia nenhuma, prefere passear pela cidade? É só permanecer na Rua das Pedras e redondezas, ou alugar uma casa em algum condomínio com bastante infraestrutura, algo que tem de monte por lá.
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