ViagensAmérica do Norte • 10/09/2017

#viajando – EUA, Fev/2017 – entendendo o Mardi Gras de New Orleans

Quando já havíamos definido os destinos da viagem de fevereiro, eu e Sr. Namorado batemos o olho no calendário, e o que vimos? Mardi Gras, o famoso carnaval de New Orleans, exatamente quando estaríamos por lá.
Não é como se eu e Sr. Namorado fôssemos os maiores festeiros do Brasil. Na verdade, a gente praticamente evita aglomerações de pessoas e festas em geral. Não é nossa praia. Mas o carnaval de New Orleans é um evento. É conhecer uma cultura. É um momento único naquela cidade e vale a pena participar.

Carro de Mardi Gras em New Orleans com pessoas fantasiadas em cima.

Grupo de pessoas fantasiadas de Marilyn Monroe.

Simpatia a cada esquina no Mardi Gras.


Pesquisei bastante na internet e em blogs de viagem como era o Mardi Gras em New Orleans. Isso era muito importante para que a viagem desse certo, afinal dificilmente você vai saber exatamente como funciona um evento que você nunca foi. Não da pra imaginar, o ideal mesmo é ouvir de quem já foi.

O que eu achava que era: por tudo que eu já havia lido sobre, eu imaginava o Mardi Gras como um grande bacanal nas ruas. Sério. O que eu escutava dizer parecia que era uma festa regada a pegação e álcool, muita loucura generalizada. Alguém já viu o episódio de New Orleans do O Mundo Segundo os Brasileiros? A menina foi praticamente agarrada num bar no meio da gravação.

O que os blogs de viagem me disseram: a grande maioria falava que era uma grande festa, mas bem mais tranquila do que o que o programa acima passava. Mas, por incrível que pareça, a grande maioria indicava FUGIR de New Orleans nessa época. Parecia que era o pior momento da cidade.

O que nenhum deles me disse: afinal, a cidade funcionava de alguma forma durante o Mardi Gras? As lojas abriam? Era feriado generalizado? Eram vários dias, mês inteiro que nem no Brasil, ou só um dia? Como funcionava o evento? Tem coisa pra fazer por lá além do Mardi Gras nesse período?

Grupo de pessoas fantasiadas de pokemons.

Temos que pegar!


Assim como os carnavais de rua que temos por aqui em qualquer cidade brasileira, em New Orleans, o Mardi Gras é do povo. Não tem estádio gigante ou passarela pra passarem os carros – tudo acontece nas ruas da cidade.
E por ser um evento já secularizado e instituído como internacional – aliás, sabia que muitos atores de Hollywood escolhem passar esses dias por lá, e ainda fazem aparições surpresas em alguns carros? – o Mardi Gras é bem organizado. Tipo, muito bem organizado mesmo.

Cachorro fantasiado em New Orleans.

Sim, até os cães entram na vibe.


A cidade de New Orleans tem um calendário que parece que gira em torno do Mardi Gras, inclusive com contagem regressiva que já começa quando termina o anterior. No site oficial do evento, eles colocam todos os percursos e horários dos krewes para você se organizar.

Krewe é o nome do “bloquinho”. Cada um tem uma história, um tema principal e, naquele ano, um tema paralelo que o grupo vai abordar nos carros e fantasias.

Banda tocando na rua de New Orleans.

A banda já estava tocando às 12h, na rua.


Apesar de estarem mobilizados pelo Mardi Gras, a cidade toda funcionou perfeitamente. Lojas, restaurantes, cafeterias e pontos turísticos estavam abertos para turistar nos intervalos entre krewes. E tudo plenamente tematizado, com comidas coloridas nas cores tradicionais (roxo, verde e amarelo) por exemplo.

Não é uma época pra fugir da cidade, não. Discordo completamente. Foi uma estadia bem agradável, e fomos muito bem tratados em todos os lugares que fomos, mais do que cordialmente e sim com aquele quentinho aconchegante que na maioria das vezes os americanos não têm. Não sei se tinha a ver com a atmosfera festiva ou talvez os sulistas só sejam assim mesmo.

Vale a pena conhecer o Mardi Gras? Com certeza!

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VidaCultura • 22/08/2017

Veja Comer & Beber Brasília 2017 – fui jurada!

Na sexta (18) foi o lançamento da revista Veja Comer & Beber Brasília 2017, em uma festança pra mostrar quem foram os grandes vencedores na cidade dos melhores lugares de comidas e bebidas. Ou seja, tudo a ver com a gordinha aqui.

Participei desta edição mais uma vez, na seção Comidinhas, onde selecionamos as melhores casas de cafés, doces, burgers, pães, salgados e sorvetes. E vocês sabem como sou, ou pelo menos meu estômago é, especialista nessas áreas.

Revista Veja Comer e Beber 2017 Brasília
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